É o início do cumprimento da profecia?


Hoje, 29/08 a manchete principal  do jornal israelense Israel  Hayom, traz a notícia de que "O Irã parou de apoiá-los, e até mesmo o dinheiro do Catar, que tanto irrita Israel, é, aos olhos deles, a prova de que Doha também os abandonou."

Seria o início para cumprimento da profecia de Isaías 19.23-24?

Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia, Israel será um terço do Egito e da Assíria; uma bênção no meio da terra.

Será que há uma conexão entre esta profecia, a geopolítica atual e a psicologia do inimigo? Vamos essa notícia à luz da perspectiva profética.

A notícia que Israel Hayom compartilha é potencialmente o início do cumprimento,  um primeiro passo a caminho daquela visão profética.

A notícia destaca: "todos os países os abandonaram, exceto o Iêmen. O Irã parou de apoiá-los". Este é um dado monumental. O eixo de resistência (Irã, Síria, Hezbollah) está, na prática, a fritar o Hamas. Eles oferecem retórica, mas não a intervenção militar massiva que o Hamas esperava. Isso deixa-o Hamas isolado, como um prenuncio, um primeiro passo no caminho para um futuro onde essas nações priorizarão os seus interesses econômicos (a "bênção" da estabilidade e comércio) sobre a ideologia de destruição de Israel e do povo judeu. Torcemos para que está impressão se confirme.

Interessante que a frase-chave da notícia é: "Uma vitória israelense em Gaza poderia impulsionar a Síria e o Líbano e outros países em direção à normalização com Israel."

Isto é exatamente o que a profecia descreve!!

 A derrota do Hamas (o inimigo interno dos árabes palestinos) é a semente de Amaleque. remover esse espírito, obstáculo ideológico, trará paz.

 A Síria, arrasada por anos de guerra, está economicamente devastada. A normalização com Israel, mesmo que não declarada imediatamente, traria investimentos, acesso à tecnologia e estabilidade para a reconstrução – uma "bênção" material tangível. Eles seriam "obrigados" a aceitar a realidade de um Israel forte e estável.

A profecia não se cumpre como "por milagre", mas através de mecanismos históricos e políticos, um processo construtivo:

Na retrospectiva, Israel foi atacado de forma brutal (7 de outubro).

Depois Israel responde com força esmagadora, demonstrando sua resiliência e poder militar.

Em seguida os apoiadores inimigos perceberam que a estratégia de destruição era um beco sem saída e se abrirão para a cooperação, que é mais benéfica.

 Eles serão "obrigados" a fazer as pazes, não por amor, mas por interesse próprio mas pela "bênção" material e pela segurança.

A profecia de que a Síria será "abençoada",  a nosso ver não significa uma amizade calorosa mas,   que eles serão arrastados para uma realidade de paz pela força dos eventos. A bênção é a prosperidade e estabilidade que virá será do reconhecimento da soberania e do poder de Israel na região. 

Assim, a notícia aponta diretamente para esse cenário: o medo do Hamas é que uma vitória israelense favoreça os outros países árabes a fazerem as pazes com Israel.

A visão dos profetas está se materializando não na forma de um conto de fadas, mas através do duro e sangrento teatro da geopolítica, e Ha'Shem a coordenar corações e intenções dos governantes.

Que possamos merecer testemunhar esse tempo onde:

"Ha'Shem será Rei sobre toda a terra; naquele dia, Ha'Shem será Um e Seu Nome será Um." (Zacarias 14:9)

BH!!

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